Essa sigla refere-se à Disfunção Temporomandibular, nome dado ao conjunto de sinais e sintomas que afeta a musculatura da mastigação e/ou a articulação temporomandibular (ATM) – aquela situada entre a mandíbula e o crânio, na região anterior à orelha.

Existem três tipos principais de DTM:

Muscular: ocorre quando a musculatura do sistema mastigatório sofre um excesso de tensão;
Articular: pode acarretar tanto por uma sobrecarga da articulação quanto por traumas ou até doenças degenerativas, como osteoartrose e artrite reumatoide;
Mista: une os distúrbios musculares e articulares.

As causas:

Não há uma causa definida para a DTM, mas os especialistas sabem que certos hábitos aumentam o risco de desenvolver a disfunção – como apertar os dentes durante o dia e a noite, apoiar a mão na mandíbula com frequência, roer as unhas e mascar chiclete. Traumas, predisposição genética e até depressão e estresse também podem fazer com que a DTM apareça.

Sintomas:

Dor de cabeça e enxaqueca;
Dores no pescoço, no ouvido e na face;
Dificuldade para abrir e fechar a boca e também ouvir barulhos ao fazer esse movimento.

De acordo com os especialistas, não há cura da DTM, mas com o tratamento adequado é possível amenizar o problema, como por exemplo, exercícios fonoaudiólogos que visam treinar a “postura” da mandíbula e fazer o alongamento e o fortalecimento dos músculos.

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